quarta-feira, 10 de outubro de 2012

C.CAÇ. Nº. 3 -O CONVÍVIO DE ALGÉS, DE 22SET2012 -"TOURO IBÉRICO"

FOTOS DE CARLOS RICARDO, EX-COMANDANTE DA C.CAÇ. Nº. 3. FOTOS DO CONVÍVIO DE ALGÉS, DE 22SET2012 -"TOURO IBÉRICO"

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CONVÍVIO DA C. CAÇ. 3, EM ALGÉS, A 22SET.2012


FOTO DO NOSSO EX-COMANDANTE CARLOS RICARDO. joão

FOTO DO NOSSO EX-COMANDANTE CARLOS RICARDO. joão
FOTO DO CONVÍVIO DA C. CAÇ. 3, EM ALGÉS, A 22SET.2012
MENSAGEM DO EX-COMANDANTE DA COMPANHIA , CARLOS RICARDO, NO VERSO DA FOTO DO CONVÍVIO DA C. CAÇ. 3, EM ALGÉS, A 22SET.2012.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CONVÍVIO DOS VETERANOS DA C.CAÇ.3 A 22 SETEMBRO EM ALGÉS.

CONVÍVIO DOS VETERANOS DA C.CAÇ.3 A 22 SETEMBRO EM ALGÉS.

CONVÍVIO DOS VETERANOS DA C.CAÇ.3 A 22 SETEMBRO EM ALGÉS.

Bom Dia. MEUS AMIGOS, MEUS CAMARADAS : O NOSSO CONVÍVIO , DA C.CAÇ.3 . é a 22 Setembro ( confirmar PRESENÇAS a DOMINGOS RIBEIRO até 15SET), 30 €, Restaurante Touro Ibérico - Cascais - Algés. ... Algés. telefone. (+351) 21 411 51 38. endereço. Rua Alameda Hermano Patrono nº 5. Lisboa - Algés. Domingos Ribeiro 214 184 802 +96 366 2062 , Queijas, organiza o evento. muito OBRIGADO, joão

sábado, 11 de agosto de 2012

GUERRA COLONIAL GUINÉ : BINTA; COLUNA PARA GUIDAJE. PATRON SONCO. joão



terça-feira, 7 de agosto de 2012

LOUVORES.

Em Saliquinhendim, K.3 : 1972 -(cópia de documento existente no Arqº. Histórico-Militar) texto recuperado e adaptado.
Louvores de militares da Nossa C.Caç.3 que, infelizmente, ficaram feridos. joão

sexta-feira, 11 de maio de 2012

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FURRIEL MILICIANO MANUEL C. CATALUDO VÍCTOR (Tavira)

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FOTOS DE CATALUDO VÍCTOR   GENTILMENTE CEDIDAS POR SEU FILHO  SÉRGIO .

1973-  Furriel Vaguemestre, interinamente.  ATIRADOR.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MANUEL ALHEIRA -1º. CABO ENFERMEIRO CCAÇ.3 e CCAÇ.19 (1971/73)

FOTO GENTILMENTE CEDIDA POR MANUEL ALHEIRA
SEMPRE EM GUIDAJE

domingo, 4 de setembro de 2011

TIM -TIM na Guidaje próprio.... ( in "A minha Guerra" - C.M.)








"2008-01-20 - 00:00:00

A minha Guerra: Vírgilio Silva
Só de uma vez perdemos 23 homens

A Companhia de Caçadores 3 estava aquartelada em Guidaje, no Norte da Guiné, mesmo na fronteira com o Senegal. Eu era cabo especialista em transmissões. A companhia era comandada pelo capitão Marques Abreu. Tinha quatro alferes, quatro furriéis e 14 cabos, todos idos da Metrópole em rendição individual, e 129 soldados africanos.

Antes de eu ter chegado, levou a cabo uma operação junto ao Rio Cachéu e, após violento combate, conseguiu apanhar 10 toneladas de armamento aos guerrilheiros. Por causa disso, o comandante-chefe, general António Spínola, respeitava muito a Companhia de Caçadores 3.

O clima era húmido e quente. A vizinhança ‘queimava’. Refiro-me à base do PAIGC em Komombori, no Senegal, a quatro quilómetros do nosso aquartelamento, em Guidaje. Eles tinham lá entre 700 a 1000 guerrilheiros que nos flagelavam diariamente.

As saídas para o mato eram sempre às primeiras horas da madrugada – para o inimigo não se aperceber da nossa movimentação. Recordo-me muito bem do meu baptismo de fogo. Apesar de levarmos guias – sempre desconfiei de alguns deles –, passámos a noite atascados nas bolanhas (arrozais da Guiné) e logo ao nascer do Sol levámos com o primeiro dos cinco ataques do dia. O último foi o mais forte. Os guerrilheiros receberam reforços e fizeram fogo durante 45 minutos. Já estávamos na mata Samboiã, muito cerrada. Só não tivemos baixas por mérito e competência de quem nos comandava: o alferes Fernandes. 

Mas como perdemos muitas horas – se calhar a táctica deles era mesmo ganhar tempo –, quando chegámos ao objectivo, o armamento que procurávamos já tinha sido retirado. No regresso tivemos boleia em lanchas da Marinha até Binta, onde estava destacado um pelotão nosso. Depois, fizemos 23 quilómetros a pé até Guidaje. Chegámos com sede e muita fome. Andávamos há quatro dias no mato a ração de combate –e comemos mais outra, pois não havia comida feita.

Numa madrugada, era quase duas horas, um numeroso grupo de guerrilheiros atacou o nosso quartel. 

Durante mais de meia hora fizeram fogo com morteiros e rajadas baixas a ‘varrer’ o aquartelamento. Tínhamos que correr para os abrigos e responder ao fogo. Mal pulei da cama tropecei no corpo de um camarada morto. O alferes Gonçalves, outro excelente comandante, não permitia as “rajadas no escuro”. Fazíamos fogo com alvo à vista e tiro-a-tiro. Rajadas só em caso extremo. 

Os guerrilheiros tentaram chegar ao arame farpado – e nós reagimos muito bem. Houve baixas dos dois lados. Nós chorámos as nossas e eles levaram as deles. Durante os 25 meses da minha comissão, os guerrilheiros nunca deixaram um ferido ou um morto para trás. 

Um dos dias mais tristes e de maior revolta aconteceu num dia de reabastecimento. Nós íamos de Guidaje buscar os víveres que vinham do aquartelamento de Binta, nas margens do Rio Cachéu. Picávamos até meio do caminho ao encontro dos outros, trocávamos as viaturas e voltávamos para trás já com comidinha fresca. Naquele dia tudo correu mal. 

As minas espalhavam o terror e a destruição. A caminho de Binta entrámos, sem saber, numa picada minada. Eu tinha avisado o alferes que nos comandava que era mais seguro seguirmos mais metidos na mata. Mas ele não me deu ouvidos e teimou em ir pela picada que era o caminho mais fácil. Quatro camiões Berliet que formavam a coluna explodiram um a seguir ao outro. A Berliet onde eu seguia com o rádio também foi atingida: sofri uma lesão na coluna e o rádio ficou sem antena. Vi-me de repente num inferno: vi camaradas mortos e outros sem pernas. O rádio sem antena não funcionava – a não ser que eu conseguisse chegar a um local mais elevado para tentar transmitir. Foi o que fiz. Daí a um longo bocado começaram a chegar os helicópteros. Eu é que os chamei. Ajudei a carregar os mortos e a socorrer os feridos. Só ali perdemos 23 homens.

"EU TINHA JEITO PARA O RÁDIO E QUERIAM-ME NA TROPA"

Quando terminou a comissão, em Março de 1971, Virgílio Silva ainda hesitou sobre se seguia a carreira militar ou se voltava à oficina de Abrantes onde aprendera a profissão de torneiro mecânico. “Diziam-me que eu tinha muito jeito para o rádio” - recorda, hoje, aos 60 anos. Preferiu a vida civil. Foi recebido pelo patrão de braços abertos.

Era para se casar, mas a pedido do tio adiou a boda até o primo regressar do Ultramar. Casou-se finalmente em 1972. O casal teve uma filha. Em 1976, Virgílio Silva largou o trabalho em Abrantes - e montou a sua própria serralharia, em Ponte de Sor, onde reside. Hoje, além da oficina, tem uma casa de ferragens.

PERFIL

Virgílio Silva. Companhia de Caçadores 3. Guiné (1969-1971). Hoje, aos 60 anos, em Ponte de Sor.

NA PONTE CAIS -BINTA.-

A Minha Amiga e Lavadeira FATÓ.-

VIRGÍLIO ALVES DA SILVA     "DELTAQUATROLIMA"
-fotos de Tim - Tim, com a devida vénia.-







terça-feira, 30 de agosto de 2011

domingo, 28 de agosto de 2011

JOÃO CLAUDINO ANTUNES PELOTÃO "BALANTAS"

A CAMINHO DE SAMBOIÁ: - OLIVEIRA,  SANTOS  (Penafiel) e ANTUNES  (Fortios, Portalegre)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PROCURO ANTÓNIO MANUEL COELHO EX-FUR.MIL. INFO.OPER. COP3/CCAÇ.3 1969/71

"Desaparecido" desde 1971.
Esperamos por Ti no próximo convívio; Aproveita enquanto  é tempo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

ANTÓNIO CAVALEIRO

Esperamos por TI, no próximo convívio.

domingo, 29 de maio de 2011

UM RETRATO DAS CALDAS !!!! -R.I.5 CSM


UM FIM DE SEMANA DE SERVIÇO - 3º. TURNO/68  QUINTA COMPANHIA  -"VAT 69".
Recordo apenas o nome de Abreu que está a meu lado, de pé -o 2º. a contar da direita, de boina,
de Lisboa, então funcionário das OGMA -Alverca.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"CMDT" ANTUNES PELOTÃO BALANTA

Antunes, Oliveira e Santos K.  na LDP
a caminho de Samboiá.
1970   Binta/Guidaje.
Foto cá do joão, que apesar de não ser operacional, foi lá com os camaradas fazer as fotos com a Minolta16. ( e sem G3).


terça-feira, 10 de maio de 2011